quarta-feira, 16 de abril de 2014
Ontem foi a minha colação de grau (depois de anos de cursos e voltas, um karma finalizado) e o cerimonialista do evento nos presenteou com uma bela prece de abertura, de autoria de Fernando Pessoa.
Hoje, no meu aniversário, faço essa mesma prece, que está tão de acordo com o que acredito e com o meu momento de vida:
"Senhor, que és o céu e a terra, que és a vida e a morte!
O sol és tu e a lua és tu e o vento és tu!
Tu és os nossos corpos e as nossas almas e o nosso amor és tu também.
Onde nada está tu habitas e onde tudo está - (o teu templo) - eis o teu corpo.
Dá-me alma para te servir e alma para te amar. Dá-me vista para te ver sempre no céu e na terra, ouvidos para te ouvir no vento e no mar, e mãos para trabalhar em teu nome.
Torna-me puro como a água e alto como o céu. Que não haja lama nas estradas dos meus pensamentos nem folhas mortas nas lagoas dos meus propósitos. Faze com que eu saiba amar os outros como irmãos e servir-te como a um pai. [...]
Minha vida seja digna da tua presença. Meu corpo seja digno da terra, tua cama. Minha alma possa aparecer diante de ti como um filho que volta ao lar.
Torna-me grande como o Sol, para que eu te possa adorar em mim; e torna-me puro como a lua, para que eu te possa rezar em mim; e torna-me claro como o dia para que eu te possa ver sempre em mim e rezar-te e adorar-te.
Senhor, protege-me e ampara-me.
Dá-me que eu me sinta teu.
Senhor, livra-me de mim".
Dá-me que eu me sinta teu.
Senhor, livra-me de mim".
Namaste!
sábado, 12 de abril de 2014
Mais um ótimo livrinho da coleção Viva Melhor da PubliFolha.
Esse especificamente sobre Ashtanga Ioga.
Ashtanga significa oito membros e refere-se à prática delineada nos Yogasutras de Patanjali.
A Ashtanga Vinyasa Yoga baseia-se nos ensinamentos de Sri T. Krishnamacharya, popularizada por Sri K. Pattabhi Jois e, como o próprio livro define, "é uma forma de ioga hatha (física, ou hataioga) que, como outras formas físicas, usa posturas e técnicas de respiração como ponto de partida para alcançar um estado de "ioga" ou "união".(...) A ashtanga ioga é a única no uso de vinyasas (movimentos sincronizados com a respiração), que ligam as posturas de ioga para produzir sequências dinâmicas".
São sequências de posturas que formam séries, das mais básicas até as avançadas A, B, C e D. Quase como coreografias. O livro apresenta a forma básica da série primária.
Antes disso, porém, discorre sobre os três "corpos" do homem, seus koshas (revestimentos), os nadis e chacras, a respiração ujjayi, os bandhas e drishtis mais utilizados na prática e recomendações de segurança. Tudo muito didático.
As posturas são apresentadas passo a passo, com fotos e a explicação dos benefícios de cada uma.
Dá para ler o livro num fôlego só, mas realizar os exercícios ali propostos vai tomar mais tempo. E é bom que seja assim. Num primeiro dia treine a Saudação ao Sol A, no segundo a Saudação ao Sol B, no terceiro aumente as repetições, no quarto faça as duas em sequência, no quinto faça também a sequência em pé... e assim até ficar craque. rs
Eu, que sou sistemática e geração videogame, gosto dessa ideia de seguir um método e evoluir aos poucos (passar de fase). Aperfeiçoando o básico antes de querer virar contorcionista.
Por fim, o autor resume os outros "angas": yamas, niyamas, pratyahara, dharana, dhyana e samadhi, trazendo alguns exercícios simples de meditação.
Livro pequenininho e bem completo.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Já escrevi sobre o livro "Sidarta" de Hermann Hesse aqui no
blog.
Reli. E reli novamente.
Ele é todo lindo e cheio de significados que tocam fundo. Se você ainda
não leu, fica, novamente, a indicação.
Trago hoje dois trechos para a nossa inspiração:
“E
tinha a impressão de que a grave doença de que sofrera até poucas horas antes
manifestara-se precisamente na incapacidade de amar nada e ninguém.”
“Tenho
para mim que o amor é o que há de mais importante no mundo. Analisar o mundo,
explicá-lo, menosprezá-lo, talvez caiba aos grandes pensadores. Mas a mim me
interessa exclusivamente que eu seja capaz de amar o mundo, de não sentir
desprezo por ele, de não odiar nem a ele nem a mim mesmo, de contemplar a ele,
a mim, a todas as criaturas com amor, admiração e reverência.”
E que assim seja.
Namaste!
terça-feira, 1 de abril de 2014
Primeiro
de abril, o Dia da Mentira, será o meu primeiro Dia da Verdade.
Estive
em um curso de yoga neste final de semana e o professor pediu, como lição de
casa, para escolher (ou ser escolhido por) um yama ou niyama para “trabalhar”
neste semestre.
Oportunamente
escreverei um post sobre os yamas e niyamas. Por ora basta saber que são
diretrizes éticas externas (yama) e observâncias éticas internas (niyama), que
nos conduz a desenvolver controle sobre nossas ações no mundo externo e a autopurificação.
O
meu, não pergunte como nem por quê, é Satya.
Satya
é traduzido por verdade, veracidade. É a coerência entre os pensamentos, ações
e palavras. É ser honesto.
Mas
é mais do que não mentir. A minha busca por uma vida com mais Satya é uma busca
por menos auto sabotagem, menos autoengano, menos falsidade e hipocrisia.
Meta:
ser verdadeira no que eu acredito, ser verdadeira nas minhas convicções, com os
meus objetivos de vida e à minha natureza. Ser verdadeira comigo mesma, antes
de tudo.
Não
dá para ser uma pessoa por dentro e outra por fora. Viver de aparências causa
sofrimento.
Amar
algo e esconder, até mesmo de si mesmo. Ter consciência de certas coisas e fingir
que não. Isso é o que eu venho fazendo, às vezes, sem saber.
Ser
honesto requer muita coragem. Sim, pois, à medida que vamos nos descobrindo,
muita coisa suja aparece. Encarar nossa verdade e, mais que isso, escancará-la
ao mundo, é assustador.
Iyengar
diz que “A verdade é de poder tremendo. Os vedas dizem que nada que não se
baseie na verdade pode frutificar ou trazer bons resultados. A verdade é a Alma
em comunicação com o estado consciente”. Daí a importância do desenvolvimento
deste yama em mim.
É
importante observar, também, não impor aos outros a nossa verdade. Porque, além
de poder se tornar arrogância ou vaidade, aquela história de “estou te
magoando, mas sou sincero/sincera” comigo não cola.
Rosana
Biondillo escreveu que “as pessoas que dizem absolutamente tudo o que pensam,
muitas vezes não estão sendo necessariamente verdadeiras, mas imaturas, pois
nem tudo o que pensamos ser verdade o é de fato, ou pode ou deveria ser dito a
qualquer um e, muito menos, de qualquer modo. Deve existir um contexto, uma
situação que propicie essa atitude e que a torne válida, onde aquele que ouve
deve, de fato, estar preparado e querer ouvir o que temos a dizer. Dessa forma,
se não considerarmos os sentimentos do outro ao lhe dizer a verdade (se o que
vamos lhe dizer pode magoá-lo ou não), estaremos sendo egoístas”.
Não
à toa, Satya vem precedida por outro yama, Ahimsa, a não violência. Nossas
ações e palavras não devem ferir, em primeiro lugar.
Nada
como ser autêntico sem deixar de ser manso e afetuoso!
quinta-feira, 20 de março de 2014
Ut significa intenso e tan alongamento ou extensão.
Páda significa pé, pata, apoio, passo; e Hasta,
mão.
Para
realizar esta postura básica de inclinação para frente, fique em Tadasana e
coloque as mãos no quadril. Expire e curve-se para frente a partir da
articulação do quadril, não da cintura. A ênfase deve ser na extensão do tronco
enquanto se move mais profundamente na posição.
Se
possível, com as pernas esticadas, traga as palmas das mãos ou pontas dos dedos
ao chão, em frente ou ao lado dos pés, ou coloque as mãos na parte de trás dos
tornozelos. Se não for possível, cruze os braços e segure seus cotovelos.
Pressione os calcanhares firmemente no chão e levante o cóccix em direção ao
teto. Vire a parte superior das coxas levemente para dentro.
Em
cada inspiração, levante e alongue o tronco levemente, em cada exalação solte
um pouco mais na flexão frontal. Desta forma o tronco oscila quase
imperceptivelmente com a respiração. Deixe a cabeça solta, o que alonga mais a
parte superior das costas.
Uttanasana
pode ser usada como uma postura de descanso entre as posturas em pé. Fique na
posição de 30 segundos a 1 minuto.
A
gravidade é quem deve trabalhar, não force puxando-se para baixo para evitar
tensão desnecessária e lesões. É melhor aliviar a tensão sobre os joelhos para
encontrar um espaço entre as articulações dos quadris e permitir que a coluna
se solte. Se necessário, dobre os joelhos levemente, só assim o alongamento das
pernas produz um alongamento por igual ao longo de toda a linha posterior do
corpo.
Atenção
para a sensação de alongamento no centro do músculo, não nos ligamentos (em
volta da origem ou da inserção de um músculo), que indicam que os tendões e o
tecido conjuntivo estão sendo alongados, ao invés das fibras do músculo.
Não
enrole a coluna para voltar. Traga as mãos às costas, sobre o quadril, e
reafirme o alongamento da parte frontal do torso. Então pressione o final da
coluna para baixo em direção à pélvis e suba com a inspiração, com a coluna
ereta.
Esse
asana alonga os músculos da coluna vertebral, isquiotibiais, fibras posteriores
dos glúteos médio e mínimo, glúteo máximo, piriforme, adutor magno, sóleo e
gastrocnêmio. Ou, para simplificar, alonga os músculos posteriores da coxa,
panturrilhas, quadris e bumbum.
“Aliado
à gravidade, a postura desloca cranialmente o centro do diafragma, portanto,
mais liberdade é necessária na parte posterior da caixa torácica para o
movimento da respiração”, segundo o livro “Anatomia da Yoga”, de Leslie
Kaminoff. Use a respiração a seu favor.
É
dito que a postura acalma a mente e ajuda a aliviar estresse e depressão, estimula
o fígado e rins, melhora a digestão (massageia e tonifica os órgãos digestivos,
aliviando flatulência, constipação e indigestão), ajuda a aliviar sintomas da
menopausa, reduz cansaço e ansiedade, melhora o metabolismo, aumenta a
concentração e alivia dor de cabeça e insônia, é terapêutica para asma, pressão
alta, infertilidade e sinusite (alívio de problemas nasais e de garganta).Todos
os nervos espinhais são estimulados e fortalecidos. Abaixar o tronco aumenta o
fluxo de sangue para o cérebro e melhora a circulação para a glândula
pituitária e hipófise.
Pessoas
com lesões na coluna, osteoporose ou ambos devem tentar se inclinar para frente
com muito cuidado e de forma gradativa.
Pessoas
com hipertensão devem tentar realizar esse movimento gradualmente e permanecer
nela somente se não forçar a respiração. Pessoas com hipotensão devem se
desenrolar desta postura bem lentamente, para não sentir tontura.
Boa prática!
terça-feira, 18 de março de 2014
Estive num
momento de assumida TPM. Desses que beiram à loucura, quase. Não são comuns
para mim, mas, como toda mulher, sei reconhecer quando acontecem.
Por
coincidência atingi o ponto do livro que estou lendo atualmente, “O Poder do
Agora”, justamente sobre o assunto:
“O sofrimento,
em geral, tem um aspecto coletivo e um individual.
O aspecto pessoal é o resíduo acumulado de problemas e sofrimentos emocionais
que a própria pessoa vivenciou no passado. O aspecto coletivo é o sofrimento
acumulado na psique da humanidade por milhares de anos, através de doenças,
torturas, guerras, assassinatos, crueldades, loucuras, etc.
O sofrimento de cada um de nós também participa desse sofrimento coletivo”.
O sofrimento de cada um de nós também participa desse sofrimento coletivo”.
“Além do
sofrimento pessoal, cada mulher tem participação naquilo que pode ser descrito
como o sofrimento feminino coletivo, a menos que ela esteja plenamente
consciente.
Consiste no sofrimento acumulado vivido por cada mulher, em parte pela dominação dos homens sobre as mulheres, pela escravidão, exploração, estupro, partos, perda dos filhos, etc., durante milhares de anos.
O sofrimento físico e emocional, que para muitas mulheres precede e coincide com o fluxo menstrual, é o sofrimento em seu aspecto coletivo despertando da sua dormência naquele momento, embora possa ser detonado também em outras ocasiões. Ele restringe o livre fluxo de energia vital através do corpo, da qual a menstruação é uma manifestação física. Vamos nos deter um pouco neste assunto e ver como pode se tornar uma oportunidade para a iluminação.
Com frequência, a mulher é "dominada" pelo sofrimento físico e emocional nesse período. Ele tem uma carga energética poderosa, que pode facilmente empurrá-la para uma identificação inconsciente com ele. Você é, então, possuída por um campo de energia que ocupa o seu espaço interior e finge ser você - mas não é você de jeito nenhum. Ele fala através de você, age através de você, pensa através de você. Vai criar situações negativas em sua vida de tal modo que ele possa se alimentar da energia. Este processo pode ser vicioso e destrutivo. É o sofrimento puro, o sofrimento do passado, e não é você”.
Consiste no sofrimento acumulado vivido por cada mulher, em parte pela dominação dos homens sobre as mulheres, pela escravidão, exploração, estupro, partos, perda dos filhos, etc., durante milhares de anos.
O sofrimento físico e emocional, que para muitas mulheres precede e coincide com o fluxo menstrual, é o sofrimento em seu aspecto coletivo despertando da sua dormência naquele momento, embora possa ser detonado também em outras ocasiões. Ele restringe o livre fluxo de energia vital através do corpo, da qual a menstruação é uma manifestação física. Vamos nos deter um pouco neste assunto e ver como pode se tornar uma oportunidade para a iluminação.
Com frequência, a mulher é "dominada" pelo sofrimento físico e emocional nesse período. Ele tem uma carga energética poderosa, que pode facilmente empurrá-la para uma identificação inconsciente com ele. Você é, então, possuída por um campo de energia que ocupa o seu espaço interior e finge ser você - mas não é você de jeito nenhum. Ele fala através de você, age através de você, pensa através de você. Vai criar situações negativas em sua vida de tal modo que ele possa se alimentar da energia. Este processo pode ser vicioso e destrutivo. É o sofrimento puro, o sofrimento do passado, e não é você”.
“A primeira
coisa para lembrar é que, enquanto você construir a sua identidade em função do
sofrimento, não conseguirá se livrar dele. Enquanto investir uma parte do seu
sentido de eu interior no seu sofrimento emocional, você vai resistir ou
sabotar, inconscientemente, cada tentativa para curar o sofrimento. Por quê?
Porque você quer se manter inteiro e o sofrimento se tornou uma parte essencial
de você. Esse é um processo inconsciente e o único caminho para superá-lo é
torná-lo consciente.
Perceber, de
repente, que você está ou tem estado presa ao sofrimento pode lhe causar um choque.
No momento em que percebe isso, você acabou de romper com a ligação. O
sofrimento é um campo de energia, quase como uma entidade que se alojou
temporariamente no seu espaço interior. É a energia da vida que foi
aprisionada, uma energia que não está mais fluindo. Claro que o sofrimento está
ali por causa de certas coisas que aconteceram no passado. Ele é o passado vivo
em você. E, se você se identifica com ele, se identifica como o passado.
Uma identidade-vítima acredita que o passado é mais poderoso que o presente, o que não é verdade. É a crença de que outras pessoas e o que fizeram a você são responsáveis pelo que você é hoje, pelo seu sofrimento emocional, ou por sua incapacidade de ser o verdadeiro eu interior. A verdade é que o único poder está bem aqui neste momento: o poder da sua presença. Uma vez que saiba disso, perceberá também que só você é responsável pelo seu espaço interior neste momento e que o passado não consegue prevalecer contra o poder do Agora”.
Uma identidade-vítima acredita que o passado é mais poderoso que o presente, o que não é verdade. É a crença de que outras pessoas e o que fizeram a você são responsáveis pelo que você é hoje, pelo seu sofrimento emocional, ou por sua incapacidade de ser o verdadeiro eu interior. A verdade é que o único poder está bem aqui neste momento: o poder da sua presença. Uma vez que saiba disso, perceberá também que só você é responsável pelo seu espaço interior neste momento e que o passado não consegue prevalecer contra o poder do Agora”.
“Assim, não
use o sofrimento para criar uma identidade. Use-o, em vez disso, para a
iluminação. Transforme-o em consciência. Uma das melhores épocas para fazer
isso é durante a menstruação. Acredito que, nos próximos anos, muitas mulheres
irão atingir o estado de consciência plena durante esse período. Normalmente,
esse é um tempo de inconsciência para muitas mulheres, porque são dominadas
pelo sofrimento coletivo feminino. Entretanto, você pode reverter isso uma vez
que tenha alcançado um determinado nível de consciência, e assim, em vez de se
tornar inconsciente, você fica mais consciente”.
Além disso, pensar que toda fonte de sofrimento é a resistência, me fez
aceitar. Simples assim. Aceitar que as coisas são como são, impermanentes,
cíclicas, nem boas nem más. Os julgamentos vem do ego, com seus jogos para se
manter no controle. Criamos dramas desnecessários. A partir daí perdoei e
busquei a única paz e felicidade verdadeiras: aquelas que emanam de dentro de
mim, do Ser, como diz o autor, ou de Deus, se preferirem.
sexta-feira, 14 de março de 2014
Algumas linhagens de yoga chamam de Samasthiti a seguinte
variação de Tadasana:
Sama significa mesmo, sthiti significa permanecer,
estabelecer.
Pranam significa saudação.
Pranam significa saudação.
Essa postura possui uma base mais larga que o Tadasana, os
pé ficam separados na largura dos quadris e as mãos ficam em posição de namaste
(oração).
Maty Ezraty, no site da Yoga Journal, explica que esse asana
é um comando à atenção, a permanecer em equilíbrio imóvel. Na Iyengar Yoga, os
princípios de alinhamento de Tadasana devem ser ensinados e revisados antes de
se ensinar quase qualquer outra postura.
No método Ashtanga o alinhamento não é, normalmente, muito
enfatizado. Usa-se o tempo em Samasthiti para despertar a atenção e trazer a
consciência para a respiração, voltando ao nosso interior.
Estou mencionando essas posturas (se é que podemos
considerar duas posturas diferentes), pois elas são os pontos de partida para o
Surya Namaskar, a Saudação ao Sol, de que falaremos brevemente.
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